Entenda os tipos de DIU e as diferenças entre eles em Moema, São Paulo | Cirurgia Íntima Laser
Contracepção e DIU · Moema, São Paulo Contracepção e DIU Revisão médica: 2026-04-19

Entenda os tipos de DIU e as diferenças entre eles

Entenda Entenda os tipos de DIU e as diferenças entre eles. Veja quando investigar, o que a consulta costuma considerar e como a avaliação individualizada ajuda em Moema, São Paulo.

Entenda os tipos de DIU e as diferenças entre eles | Dra. Laura Brito
Autoria e revisão

Dra. Laura Brito. Conteúdo revisado por Dra. Laura Brito — ginecologista especializada em saúde íntima feminina, CRM54671 | RQE44512, membro de FEBRASGO e SOGESP. Clínica Cirurgia Íntima Laser, Avenida Lavandisca, 741, cj 36 — Moema, São Paulo.

Conteúdo revisado por Dra. Laura Brito — ginecologista especializada em saúde íntima feminina, CRM54671 | RQE44512, membro de FEBRASGO e SOGESP. Clínica Cirurgia Íntima Laser, Avenida Lavandisca, 741, cj 36 — Moema, São Paulo.

Importante

Este conteúdo tem finalidade informativa e não substitui consulta, exame físico, diagnóstico ou conduta médica individualizada.

Resumo rápido

DIU de cobre (sem hormônios, 5-10 anos) e DIU hormonal (levonorgestrel, 3-8 anos) são os dois tipos disponíveis. Ambos são altamente eficazes e reversíveis. A escolha depende do perfil e objetivos da paciente, avaliada em consulta.

O DIU de cobre (sem hormônios, até 10 anos de duração) e o DIU hormonal (levonorgestrel, reduz ou elimina a menstruação) são os dois tipos disponíveis. A escolha depende do perfil da paciente, histórico e objetivos.

O que entender sobre este tema

O DIU (dispositivo intrauterino) é um dos métodos contraceptivos mais eficazes disponíveis — com taxa de falha inferior a 1% ao ano — e existe em duas categorias principais com mecanismos e perfis muito diferentes: o DIU de cobre e o DIU hormonal.

O DIU de cobre não libera hormônios. Atua criando um ambiente desfavorável para a fertilização por efeito tóxico do cobre sobre os espermatozoides. Dura de 5 a 10 anos dependendo do modelo. É o único método contraceptivo reversível não hormonal altamente eficaz e pode ser usado como contracepção de emergência quando inserido em até 5 dias após relação desprotegida.

O DIU hormonal (levonorgestrel — como o Mirena, Kyleena e Jaydess) libera pequena quantidade de progesterona localmente, espessando o muco cervical, inibindo o endométrio e, em parte dos ciclos, suprimindo a ovulação. Dura de 3 a 8 anos dependendo do modelo e da concentração hormonal.

A escolha entre os dois tipos depende de múltiplos fatores: desejo de contracepção hormonal ou não hormonal, presença de cólicas e fluxo intenso (o DIU hormonal tende a diminuir ambos), tolerância a efeitos colaterais hormonais, histórico médico e preferências da paciente.

O DIU de cobre pode aumentar o fluxo menstrual e as cólicas, especialmente nos primeiros ciclos. O DIU hormonal frequentemente reduz ou elimina a menstruação — o que para algumas mulheres é desejável e para outras gera preocupação.

Ambos os tipos são seguros para a grande maioria das mulheres, inclusive para as que nunca engravidaram. A inserção é feita em consulta e a fertilidade retorna rapidamente após a retirada — não há impacto na fertilidade futura.

Quando o DIU é uma boa opção

O DIU é indicado para mulheres que buscam contracepção altamente eficaz de longa duração sem precisar se preocupar com uso diário. É especialmente adequado para quem não quer ou não pode usar estrogênio (DIU de cobre ou hormonal), para mulheres com fluxo intenso que buscam regulação (DIU hormonal) e para quem quer reversibilidade rápida quando decidir engravidar.

Como o DIU é inserido e o que esperar

A inserção é feita em consulta ginecológica, pelo colo do útero, sem necessidade de anestesia geral. O desconforto durante o procedimento é semelhante a uma cólica forte e dura poucos minutos. Após a inserção, cólicas leves e sangramento por 1 a 3 dias são esperados. A confirmação da posição correta é feita por ultrassonografia.

O que fazer depois da inserção do DIU

Nos primeiros 30 dias, evite relações sexuais sem preservativo (período de adaptação e segurança). Verifique os fios do DIU mensalmente logo após a menstruação. Retorne para avaliação em 1 mês e depois anualmente. Procure avaliação se houver cólica intensa persistente, febre ou fio não palpável.

A importância da avaliação antes de escolher o DIU

A escolha entre os tipos de DIU e a confirmação de que o método é adequado para cada caso exige avaliação ginecológica individualizada. Condições como malformações uterinas, infecção pélvica ativa, sangramento uterino não investigado ou alergia ao cobre contraindicam o uso e precisam ser descartadas antes da inserção.

Etapas geralmente explicadas em consulta

  1. Defina sua principal prioridade: duração do método, ausência de hormônio, controle do sangramento ou praticidade.
  2. Revise histórico menstrual, desejo reprodutivo e possíveis contraindicações com a ginecologista.
  3. Compare DIU de cobre e DIU hormonal com base na sua rotina, e não na experiência de outra pessoa.
  4. Saia da consulta entendendo inserção, adaptação, sinais de alerta e seguimento.

Perguntas frequentes

Qual é a diferença principal entre DIU de cobre e DIU hormonal?

O DIU de cobre não tem hormônios e funciona pelo efeito tóxico do cobre sobre os espermatozoides. O DIU hormonal libera levonorgestrel localmente, espessando o muco cervical e alterando o endométrio. O hormonal tende a reduzir a menstruação; o de cobre pode aumentar o fluxo.

Mulheres que nunca engravidaram podem usar DIU?

Sim. O DIU é seguro e eficaz para mulheres que nunca tiveram filhos. A inserção pode ser um pouco mais desconfortável, mas é tecnicamente possível e o método é amplamente utilizado nessa população.

O DIU protege contra ISTs?

Não. O DIU protege contra gravidez, mas não contra infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Para proteção contra ISTs, o preservativo masculino ou feminino é indispensável.

O que fazer se as cólicas após o DIU de cobre forem intensas?

Cólicas mais intensas e fluxo aumentado são esperados nos primeiros 3 a 6 ciclos com o DIU de cobre. Anti-inflamatórios não esteroidais (ibuprofeno) ajudam no controle. Se os sintomas forem muito intensos ou não melhorarem, a avaliação médica é necessária.

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Leia também: Mitos e verdades sobre o DIU

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